sexta-feira, 3 de maio de 2013

TEMA: Santo Antônio, Modelo de Fé e Santidade que conduz a juventude a Cristo

Paróquia realiza reunião para tratar da Festa de Santo Antônio 2013

TEMA: Santo Antônio, Modelo de Fé e Santidade que conduz a juventude a Cristo
foto:silvaneto  PAROQUIA DE INAJÁ, O PADRE LUCIANO., realizou reunião juntamente com as pastorais e movimentos religiosos e noiteiros para decidir vários assuntos referentes à FESTA DE SANTO ANTÔNIO 2013, dentre as decisões se escolheu o tema central da festa: SANTO ANTÔNIO, MODELO DE FÉ E SANTIDADE QUE CONDUZ A JUVENTUDE A CRISTO. O tema é pertinente ao momento em que vive a igreja envolvendo o ano da fé, que estamos vivenciando, a campanha da fraternidade e o ano da juventude em virtude da Jornada Mundial da Juventude.

Com relação à parte litúrgica da festa, foi decidido de que a Trezena terá início na noite de 31 de Maio, show DJANGELUS . Neste dia haverá a missa às 19:00h, em seguida procissão, como de costume. Logo após,  será entregue o andor de Santo Antônio já para a primeira noite de novena. Na oportunidade serão hasteadas as bandeiras dos padroeiro, e dai por diante estará acontecendo a trezena na Matriz, sempre às 19:00hs. A missa de encerramento será presidida pelo PAROCO  DE INAJÁ, no dia 13 de junho, dia de Santo Antônio.
Vários PADRES , já confirmaram presença na participação dos festejos religiosos. Cada noite terá um subtema ligado ao tema central, sobre o qual será feita a pregação. A oração da "Trezena" será feita sempre antes da missa.
mencionou que boa parte dos preparativos dos eventos social da festa já está pronta e adiantou que a tradicional Rifa de Santo Antônio  TAMBÉM SERÁ FEITA 
Pe. LUCIANO AGUIAR

PROFESSORES

Adriano Miranda Alexandre Braga Ary Rocco Claudiano Avelino
Claudio Fatigatti Cleusa Sakamoto Daniel Paletta Denise Aquino


Domingos Zamagna
Isabel Silveira Jaqueline Steagall
     
Joana Puntel Lawrence Shum Leslye Revely Lilian Crepaldi
     
Manoel Conceição Marcella Schneider Marcelo Caldeira Marcia Carvalho
   
Marco Moretto Marcos Julio Mauricio Gasparotto Paulo Regis
     
Rovilson Britto Vanderlei Dias Vanderlei Postigo   Wagner Belmonte








quarta-feira, 24 de abril de 2013

Novosbispos24042013Na manhã desta quarta-feira, 24 de abril, a Nunciatura Apostólica do Brasil comunicou que o papa Francisco aceitou a renúncia do bispo diocesano de Santo Ângelo (RS), dom José Clemente Weber, 76 anos, conforme prevê o Cânon 401 do Código de Direito Canônico. Para sucedê-lo, foi nomeado o bispo auxiliar da arquidiocese de Passo Fundo (RS), dom Liro Vendelino Meurer. Para a vacante arquidiocese  de Ribeirão Preto (SP), foi nomeado dom Moacir Silva, transferindo-o da sede episcopal de São José dos Campos (SP).

Nomeados novos bispos para Ribeirão Preto (SP) e Santo Ângelo (RS)

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Nomeações24042013Na manhã desta quarta-feira, 24 de abril, a Nunciatura Apostólica do Brasil comunicou que o papa Francisco aceitou a renúncia do bispo diocesano de Santo Ângelo (RS), dom José Clemente Weber, 76 anos, conforme prevê o Cânon 401 do Código de Direito Canônico. Para sucedê-lo, foi nomeado o bispo auxiliar da arquidiocese de Passo Fundo (RS), dom Liro Vendelino Meurer. Para a vacante arquidiocese  de Ribeirão Preto (SP), foi nomeado dom Moacir Silva, transferindo-o da sede episcopal de São José dos Campos (SP).
Dom Moacir é natural de São José dos Campos. Nasceu no dia 16 de julho de 1954. Estudou filosofia no Seminário Bom Jesus, em Aparecida (SP), e teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado sacerdote no dia 06 de dezembro de 1986. Sua nomeação episcopal aconteceu no dia 20 de novembro de 2004. Exercia a função de bispo de são José dos Campos desde 2004.
Seu lema episcopal é “Permanecei em mim” (Jo 15,4).
Dom Liro Vendelino Meurer é natural de Montenegro (RS). Nasceu no dia 13 de julho de 1954. Estudou Filosofia no Seminário Maior Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Viamão (1957-1977). Sua ordenação presbiteral foi em 12 de dezembro de 1981, em Salvador do Sul (RS). Foi nomeado bispo em 14 de janeiro de 2009. Desde 2009, exercia a função de bispo titular de Tucca di Numidia, e auxiliar de Passo Fundo (RS).
Seu lema episcopal é “Servir com alegria”.

terça-feira, 23 de abril de 2013

trabalhou na diocese de floresta com o ir. noel cssr


stegno per la Comunità Scala.

Il Ministro Coveney ha poi scoperto una targa commemorativa di legno di cedro. Riflettendo sul logo di Scala, Insieme per Servire, Padre Noel Kehoe, C.Ss.R., Coordinatore della Comunità Scala, ha reso omaggio alle molte persone che hanno reso possibile tale comunità. “Fin dall’inizio, Scala è stata fondata su un modello di collaborazione nell’apostolato e, in particolare, io penso ai passati e attuali membri del team della Comunità, sia Redentoristi che laici, che hanno plasmato ciò che essa è diventata”. “Rendo, inoltre, omaggio al nuovo comitato consultivo della Comunità Scala formato di persone generose provenienti dai settori dell’educazione, dal settore del sociale, dal settore religioso e da quello degli affari, che saranno determinanti nel guidare Scala in futuro”.


Ele que nasceu em OKA, Québec – Canada, em 22 de dezembro de 1942, numa família operária tem uma irmã e seus pais ainda vivem: o Pai com 95 anos e a mãe 90 anos.
Fez o primário na escola publica de Oka, depois estudou o secundário e o colegial no colégio Saint-Laurent com os padres de Santa Cruz. No final dos estudos, decidiu ingressar na Congregação de Santa Cruz para fazer seu noviciado e seus estudos de filosofia e teologia na Universidade de Montréal onde recebeu o titulo de mestre em teologia.
Em Maio de 1968, junto com padre Lourenço veio para o Brasil. Estudou Português em Petrópolis, no CENFI, com mais 70 missionários estrangeiros, durante 03 meses e meio.
Chegou a São Paulo no dia 13 de dezembro de 1968 (Dia do AI 5), como diácono. Ele tinha tomado esta decisão junto com seu superior, no final dos seus estudos teológicos. Ficou 03 anos como diácono aqui na Paróquia São José do Jaguaré. Foi ordenado sacerdote no dia 25 de Setembro de 1971.

Como sacerdote, ele exerceu as funções de  vigário Paroquial e de pároco aqui na paroquia São José. Além destas funções, foi assistente eclesiástico da Ação Católica  Operária; no meio de diversas atividades, organizou e coordenou aqui no Bairro do Jaguaré um grande projeto de alfabetização de adultos com mais de 50 salas de alunos; foi membro e coordenador da Comissão Pastoral de Direitos Humanos junto ao Cardeal Dom Paulo Evaristo Arms;  foi membro do grupo CLAMOR, grupo que acolheu e prestou serviços aos refugiados políticos do Cone Sul. Também arrumou  tempo para a estudar na PUC, no curso de pós-graduação em Ciências da Religião, onde ele conseguiu o mestrado.


Em 1987, foi morar na Vila Nova Jaguaré – Praça 11 – durante 06 anos. Neste período nasceu o Projeto Social Santa Cruz do qual é coordenador Geral até hoje, projeto social que atende mais de 750 crianças, adolescentes e jovens na Vila N ova, junto com suas famílias. Mais de 80 pessoas trabalham neste projeto, além de 40 voluntários.
Hoje Padre Roberto Grandmaison.csc é pároco da Paróquia São José do jaguaré, Presidente da Corporação Civil da Congregação de Santa Cruz, ela faz parte do Conselho de Administração do Colégio Santa Cruz e membro do Conselho dos Religiosos de Santa Cruz no Brasil.

Storie. Padre Di Paolo, il prete coraggio, vicino agli ultimi e amico del Santo Padre

padre pepeE’ un prete di frontiera, quasi alla fine del mondo. Secondo la definizione di Papa Bergoglio, dal quale e’ stato difeso quando i narcotrafficanti che vendono crack e altre droghe sintetiche, nella bidonville da 10 mila persone dove presta la sua opera, lo hanno minacciato di morte.
Jose’ Maria Di Paola, 50 anni, origini calabresi, e’ per tutti Padre Pepe, il prete coraggio che vive nella ‘Villa miseria’ di Buenos Aires.
Camicia azzurra col colletto bianco sopra i pantaloni da lavoro, capelli lunghi, barba incolta e sorriso contagioso, Padre Pepe parla del suo vescovo e amico che e’ diventato successore di Pietro.
‘Per me – confessa – e’ difficile chiamarlo Papa, non riesco ancora ad abituarmici. E’ ancora il nostro vescovo, l’uomo che col suo esempio ci ha guidati e che e’ stato sempre al nostro fianco, con poche parole ma con molte azioni. Sempre impegnato in quella che per lui e’ una missione: sconfiggere la miseria combattendo l’emarginazione’.
Entrare nella baraccopoli per un giornalista straniero non e’ facile. Padre Pepe viene ad accoglierci all’ingresso e ci scorta fin dentro la capella dedicata a San Francesco Solano, il missionario spagnolo che nel XVI secolo evangelizzo’ gli indigenti del Nuovo Mondo portandosi appresso un violino. ‘In questa baraccopoli ci sono molte persone oneste che lavorano, operai, padri di famiglia, raccoglitori di metalli e cartone, giovani alla ricerca di un lavoro. Cerchiamo di dare risposte a tutti con i pochi mezzi che abbiamo a disposizione’, spiega Padre Pepe, che ci mostra la sua ‘missione’ ad una cinquantina di chilometri dal centro di Buenos Aires.
‘Rispetto alla baraccopoli dove ho prestato la mia opera per dieci anni, in questa c’e’ maggiore poverta’ ma meno emarginazione. Meno esclusione e meno droga, il vero flagello’, racconta il sacerdote, che ricevette minacce di morte da due narcotrafficanti quando comincio’ a realizzare un piano di recupero per tossicodipenti nella famigerata ‘Villa 21′.
‘Andai da padre Bergoglio e gli raccontai’ delle minacce. Alla prima occasione pubblica, lui denuncio’ l’episodio e sollecito’ l’intervento delle autorita’. Ci ha sempre incoraggiati ad andare avanti col suo esempio. Adesso che e’ diventato Papa non avra’ piu’ tempo per noi perche’ deve occuparsi del mondo intero. Ma ci resta il suo esempio’, dice Padre Pepe, che nelle due stanzette della sua ‘missione’ ospita e sfama madri singole coi loro bambini. ‘Facciamo anche lezioni per adulti che non hanno potuto studiare e prepariamo i giovani ad un colloquio di lavoro’, precisa Padre Pepe, che perde per pochi secondo il sorriso parlando delle accuse di contiguita’ con la dittatura rivolte a Papa Francesco dal giornalista Horacio Verbitsky.
‘Si esasperano i toni per screditarlo: chi lo conosce sa che ha sempre difeso i diritti umani. Le accuse sono politiche e arrivano da una parte del governo’, sostiene Padre Pepe, che ride di cuore quando gli chiediamo se e’ piu’ difficile il suo lavoro di prete di frontiera o quello che ha davanti Papa Francesco. ‘Certamente il suo!’, risponde senza esitazioni. E confessa di aver perso il momento della proclamazione. ‘Ero con i miei ragazzi, mi ha chiamato un amico giornalista e mi ha dato la notizia. Al momento non riuscivo a crederci. Poi ho provato una grande gioia per lui e per noi tutti. Mi dispiace che non potro’ vederlo come facevo prima ma continuo a fare quello che lui mi chiedeva: prego per lui. Stavolta ne ha davvero bisogno’